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Thalía faz ode à música latina em nova série documental: “fã em busca de meus ídolos”

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Cantora mexicana explora lado de apresentadora em nova série do Paramount_ (Foto: Enrique Vega)
Thalia passa de ídolo a fã na nova série musical Thalia’s Mixtape: El Soundtrack de mi Vida, que estreaia no Paramount+ em 3 de maio. A cantora mexicana destaca a importância da música como trilha sonora de nossas vidas enquanto explora brevemente a história cultural nessa mixtape, formada por artistas que moldaram seu caráter musical e agora ganha versão em sua voz. “É um projeto muito pessoal, da Thalía, fã, em busca de meus ídolos. São três episódios, onde conto a história e a evolução da música desde o long play (LP) até os serviços de streaming”, conta à Bazaar. A ideia, segundo ela, foi “perseguir esses grandes artistas e entender as mensagens que queriam passar”.
A ideia surgiu como forma de homenagear a música latina, a evolução das plataformas, além aproximar as gerações mais jovens ao legado libertador e rebelde da música como forma de protesto. “Queria entender o que estava acontecendo à época, naquela juventude e trazer para esta geração. Aquelas músicas eram hinos porque quebraram barreiras sociais, eles eram rebeldes, exalavam poder e força para se expressar e dizer as coisas do jeito que queriam”, explica. Os filhos Matthew e Sabrina, de 11 e 15 anos, respectivamente, ajudaram a mãe a pensar no formato porque eles não entendiam como uma mídia física – como a fita-cassete ou o CD – poderia carregar, consigo, uma música. “Então, tudo isso é um aprendizado nesta série”.
Abaixo, leia a íntegra desta entrevista, onde ela fala não só sobre o processo de concepção, que começou em 2019 e demorou quatro anos com a pandemia no meio do processo, o approach com os artista, as influências do Pop e do Rock desde seu primeiro trabalho solo, além de um feat. com Anitta. E a vontade de cair na estrada – seja com este projeto ou a turnê de seu mais recente trabalho, Psycho B**ch.

MIXTAPE
Cantora propõe covers de músicas que fazem parte do panteão da música latina. Entre elas, estão: Persiana Americana, com participação de Charly Alberti, baterista da Soda Stereo (Argentina); Pachuco feat. Rocco Pachukote, das bandas Maldita Vecindad e Los Hijos del Quinto Patio (México); Devuelveme a Mi Chica ao lado de David Summers, do Hombres G (Espanha); Kenia Os cantando na collab Para No Verte Más, cover de La Mosca Tsé-Tsé (México); La Muralla Verde é interpretada no feat. com Bruses, famosa na voz de Los Enanitos Verdes (Argentina); e, por fim, Thalía canta com Leon Leiden a faixa Florecita Rockera, dos Aterciopelados (Colombia).

Teve algum episódio, que te emocionou mais durante esse processo de gravação?
Todos! Conhecê-los pessoalmente, para mim, foi incrível. Não conhecia David Summers, da banda Hombres G. Ele foi minha primeira paixão! Não conhecia Charly Alberti, do Soda Stereo. Tinha um pôster no meu quarto! Não conhecia Aterciopelados, nem Roco (Pachukote), da Maldita Vecindad. Conhecê-los foi a aventura mais incrível.
E qual foi a música mais difícil de cantar? Porque a gente tem uma nova versão, uma nova Thalía. Uma Thalía roqueira, talvez…
Essa roqueira Thalía sempre existiu desde o meu primeiro álbum, já como solista, quando tive a oportunidade de compor, escrever e me sentir no controle do que queria dizer. Meu primeiro disco foi uma mescla de Rock/Pop. Tem muitas influências de ambos os gêneros. Então, o rock sempre esteve em toda a minha discografia, sempre. Mas acho que nesse projeto o mais difícil de cantar, pelo ritmo acelerado, foi o Pachuco (cover com Rocco Pachukote). Porque é ‘tatatatatatatatatata’ e aí tem que cantar no ritmo (risos).
Muita gente não gosta de conhecer seus ídolos porque acaba o encanto. Como conhecer os seus ídolos mudou você enquanto artista?
O processo foi muito emocionante. Este projeto de mixtapes está em construção há quatro anos. Começou no verão de 2019, quando me surgiu a ideia. Durante a pandemia, consegui colocar o projeto de pé, encontrei o produtor musical, o visual, procurei contatos para falar com meus ídolos. E no verão passado filmamos, em 2022. E aqui estou eu, apresentando a você. Apesar de ter sido um longo processo, criá-lo foi um jeito de respeitar esses hinos e me colocar do lado dos fãs. Ou seja, todos os fãs desta geração vão curtir esses episódios.
A tagline do programa é muito potente: você é uma fã, encontrando seu ídolo. Foi uma ideia sua? Como você e o Tommy (Mottola, seu marido), que é produtor executivo, vocês conversaram… Como esta ideia veio para você?
Ficou muito claro para mim que eu queria entender o que estava acontecendo à época, naquela juventude e trazer para esta geração. Porque aquelas músicas eram hinos porque quebraram barreiras sociais, eles eram rebeldes, exalavam poder e força para se expressar e dizer as coisas do jeito que queriam. Então, isso me parece algo que eu queria apresentar à nova geração, como mãe. Tenho um filho de 11 anos e uma filha de 15 anos (Matthew e Sabrina), e quando comecei a explicar para ele o que era uma mixtape, ele não entendia. “Porque a playlist é uma mixtape, mãe”, ele dizia. Mas não entendia como aquilo estava em uma fita de plástico. Então, tudo isso é um aprendizado nesta série.
Fotos: Enrique Vega
Você chegou a encontrar alguma mixtape sua nessa busca ao passado?
Se você vir na série, quando eu abro o walkman e tiro uma fita K7, é uma “cópia exata de uma mixtape original” antiga. Não queria levar a fita original, porque pensava que poderia estragar. Então, fizemos uma cópia perfeita (risos).
Além desses artistas, teve algum que você queria muito ter levado e, quem sabe, poderia render uma segunda temporada?
Seria incrível. Imagine ter uma segunda temporada? Vamos começar com a primeira temporada, vamos com calma… O projeto une gerações: por amor à música. É um projeto em respeito aos titãs da música e aquelas canções que nos deram uma plataforma e fortaleceram a estrada de onde estamos hoje. Para as novas gerações entenderem como ocorreu a evolução musical porque tenho convidados e participações do passado, mas artistas que saíram do YouTube ou do TikTok. Era importante trazê-los, também, como forma de entenderem e amplificar a mensagem.
No fim do ano passado que teria uma música com a participação da Anitta. Em que pé está isso?
Oh, eu amo essa pergunta porque amo Anitta –amo, amo. Juntas somos explosivas… Quando estivemos em Las Vegas, no ano passado para o Grammy Latino, já disse (à Bazaar) que eu e ela somos como eletricidade. Ficamos conversando sobre o que íamos fazer, mas precisamos aterrizar a ideia para pôr em prática. Então, estamos nisso, mas o que tiver de acontecer vai acontecer em um dia desses.
Você vai levar esse projeto para a estrada ou a gente ainda pode esperar uma turnê de Psycho B**ch?
Adoraria, quem sabe a Mixtape Tour? Seria incrível. Vamos tentar colocar isso junto (na rua) de alguma forma.
Foto: Enrique Vega
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