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SP-Arte: “Olhos e corações abertos”, afirma Fernanda Feitosa sobre diversidade

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Feira segue até domingo, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo (Foto: Felipe Beltrame)
A SP-Arte retoma 100% presencial, comemorando a ampliação em mais uma edição no prédio da Bienal de São Paulo, na capital paulista. “Tem muita coisa boa pra ver. Só um pouquinho maior. Temos 100 galerias de arte e 45 design. Na verdade, o grande crescimento foi de participantes de design, que este ano tem 20 galerias a mais”, conta Fernanda Feitosa, idealizadora e diretora da feira. “Muito alegre, boa pra ver e designers bons pra ver”. O evento acontece até domingo (02.04), com entradas a partir de R$ 35 (meia) ou R$ 70 (inteira).
Depois de algumas edições totalmente online ou híbridas, o reencontro este ano é pleno. “Está todo mundo seguro de estar aqui, muito feliz”, reitera. Recomendo a todo mundo entrar na feira com os olhos e corações abertos para descobrir novas arte sendo produzidas no País. Jovens artistas, indígenas, negros, LGBT+… Tem que entrar aqui com mente aberta para encontrar novas coisas”. Após 19 anos de SP–Arte, Fernanda celebra mais um ano de conquistas. “Por conta da nossa busca em fazer um evento que seja bom, tanto para os artistas que estão aqui, com respeito e dignidade, quanto para o público – para que ele se sinta acolhido”. Este ano, foram ampliadas as áreas de descanso, os pontos de água e bebida, além de restaurantes.
Quem assina as cozinhas da feira são o Kitchin (primeiro piso), o Le Pain Quotidien (subsolo), o Fome de Quê (por Aninha Gonzalez, no térreo) e o Café Orfeu (primeiro piso), além dos bares da Chandon, Terrazas, Whispering Angel, Blue Moon, Lillet e Amázzoni espalhados pela feira.
Feira ampliou o espaço dedicado ao design brasileiro (Foto: Felipe Beltrame)
OLHAR CONTEMPORÂNEO
Nova iniciativa curatorial, o setor Showcases enaltece trajetórias artísticas consolidadas ou em ascensão, sob a ótica de temáticas contemporâneas. À frente da seleção das galerias, dos artistas e obras, Carollina Lauriano apresenta a proposta “Recuperar paraísos: não precisar do fim para chegar”. O espaço questiona, por meio da arte, a separação entre os movimentos sociais antirracistas e as discussões ambientais e ecológicas – um falso antagonismo legado pela modernidade colonial. É uma prévia da feira Rotas Brasileiras, que potencializa novos nomes e percorre o País em outros destinos brasileiros, e está confirmada para acontecer em agosto deste ano.
Foto: Divulgação
IMPERDÍVEIS
Ao longo de três pavimentos, a feira dedica-se aos modernistas (térreo), ao design (subsolo), com móveis e mobiliário, além dos contemporâneos. O trabalho de colagens de Silvana Mendes (já ilustrados na página de Bazaar) aparece na galeria Lima, materializado na série Afetocolagens, de 2022. Uma verdadeira repatriação das cores brasileiras sob perspectiva de uma artista preta. Autora do desenho de capa de Torto Arado, Aline Bispo apresenta obras inéditas na Luís Maluf. Que gosta de carros não pode deixar de passar pela Artemobilia Galeria, apresentando um automóvel representativo da indústria nacional, o Volkswagen SP2 violeta pop metálico, dos idos de 1970. Outro espaço-destaque é Gibi, uma ode de Vik Muniz à Walt Disney.
Outra passagem imperdível é pela galeria A Gentil Carioca, com políptico da série Festa de 500 anos fé da Noiva, do artista Maxwell Alexandre: sem título (2023), ao lado de um altar de Marcela Cantuária. Pertinho de lá, no segundo piso, também está a série monotipias do yanomami Sheroanawe Hakihiiwe, exposto na Bienal de Veneza do ano passado, uma das relíquias da Fortes D’Aloia & Gabriel. Com mostra recém-inaugurada no Masp, a macuxi Carmézia Emiliano expõe nas paredes da Central.
Já, na Nara Roesler, Lucia Koch apresenta uma instalação imersiva com um tecido impresso em degradê que vai do chão ao teto: double trouble (2022), – desdobramento de outro trabalho apresentado em Paris, no Palais d’Iéna. No estande da galeria Millan, há ainda uma obra de Tunga de quase dois metros de altura. E, logo que se entra na feira, à esquerda, há uma obra em tamanhos estratosféricos de Beatriz Milhazes e Adriana Varejão, além das famosas bandeirinhas de Alfredo Volpi, na galeria Almeida e Dale.
Trabalhos de Beatriz Milhazes e Adriana Varejão, na galeria Almeida e Dale (Foto: Divulgação)

SP–Arte: Pavilhão da Bienal
Parque Ibirapuera, portão 3
Sexta e sábado (31.03 e 01.04), de meio-dia às 20h
Domingo, das 11h às 19h
Ingressos de R$ 35 (meia) a R$ 70 (inteira)
:: sp-arte.com
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