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Maisa aos 21 anos: “Chego mais consciente da minha felicidade”

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Maisa usa look total Ferragamo – Foto: Ivan Erick, com direção criativa de Leticia Haag, styling de Bruno Uchoa e beleza de Dindi Hojah, com produtos Guerlain
Maisa chega plena aos 21 anos. Determinada, nossa cover girl sabe bem a força de sua potência. Voltaria à televisão em um projeto fixo, desde que se identificasse e não conseguisse negar. Mas não tem pressa. “Faria uma novela ou programa muito incríveis, que agregassem à minha carreira. Poderia morar no Rio ou fora, em São Paulo mesmo”, conta ela, distante da rotina televisiva que a consagrou desde 2020, quando encerrou seu ciclo no SBT após 13 anos. “Leio um projeto e, se amo de cara, fico envolvida e não consigo parar”.
Se um dia sentir isso novamente, diz que volta sem pestanejar. Deixou claro: não é fim, mas pausa. “Não quero encerrar minha carreira na TV, sou apaixonada, é o veículo que mais faz sentido para mim como comunicadora”. Tem gostado desse interlúdio para se renovar, conhecer lugares mundo afora e se fortalecer em outras telas – seu canal no YouTube foi o único a entrevistar Billie Eilish, por exemplo, na vinda recente da cantora ao Lollapalooza Brasil. E, só no Instagram, +A (seu nickname na rede social) soma quase 50 milhões de primos e primas – como se intitulam os integrantes de seu fandom.
Atriz em processo de amadurecimento, Maisa anda escolhendo bem os “sins” que dá. “Este ano, estreei ‘Desapega’ (com a Glória Pires), e não é um filme infanto-juvenil, público com o qual trabalhei durante anos”. É protagonista da série “De volta aos 15” (Netflix) – esta, sim, voltada aos mais jovens -, cuja segunda temporada tem previsão de estreia no próximo semestre. “Esse momento de amadurecimento como atriz é muito legal. Oportunidades surgindo e, também, correndo atrás”.
Profissional dedicada, ama o que faz, em frente às câmeras ou nos bastidores. Maisa empresária dedica-se à Mudah, agência focada em marketing de influência, compartilhando com outros talentos sua expertise de artista, embaixadora e porta-voz de marcas. “Não me canso e sou inquieta”. Vive arranjando afazeres à equipe em expansão, ao lado dos dois sócios. “Na minha cabeça, estou só no começo. Tenho experiência, mas, também, muita vontade de viver coisas diferentes”. Criatividade, sinceridade e transparência resumem bem seu “jeitinho”. Do pessoal ao trabalho. “É bom e ruim porque o mercado publicitário não é fácil. Até que ponto você pode ser sincera? É uma coisa que a gente trabalha dia após dia”.
Maisa usa look total Ferragamo – Foto: Ivan Erick, com direção criativa de Leticia Haag, styling de Bruno Uchoa e beleza de Dindi Hojah, com produtos Guerlain
Amiga fiel, defende os amigos com unhas e dentes. “No meu ciclo estão as mesmas pessoas de sempre. Por isso, a gente se chama de irmã. Confio minha vida a elas”, derrete-se. Filha dedicada, tem ótima relação com os pais. “Nunca tive um momento de rebeldia”, confessa. Conta tudo, mesmo que – às vezes – venha um olhar de reprovação. “Os podres, as coisas legais, não escondo nada”, narra a relação transparente com a mãe Gislaine.
Em casa, é desorganizada e desatenta aos horários. “Preciso melhorar para a vida. São defeitos péssimos”. Autointitulada “irmãe” de pet, quem cuida da bulldog Olívia são os pais. “Faço carinho, companhia, dou petisco… Briga comigo, tem ciúmes deles”. Outra coisa, que precisa confessar: “Se fosse mãe de planta, coitada delas”, diverte-se.
Fã de Selena Gomez, não esconde a admiração, mas também se inspira na amiga Bruna Marquezine e ícones da chamada geração Z, como Zendaya e Dua Lipa. “Looks, posicionamento, lançamentos. Adoro assistir e consumir o que essas mulheres fazem”.
Antes de o dia começar, anota tudo em tópicos: “fazer fotos, lembrar de cadastrar cartões no celular”. No fim, já fez tanta coisa, que volta lá para saber o que conseguiu ticar. É essa organização que aplica não só na vida e no trabalho, mas também nas viagens: “almoço, jantar, onde vai, o que fazer… Hora do trabalho, do lazer”.
Maisa é aquele nome admirável, que a gente torce mesmo de longe. As bandeiras que levanta estão alinhadas àquilo que acredita. Defende a causa animal, das mulheres, das crianças. Acessibilidade sempre esteve presente em sua vida. “Estamos nos dando conta do quão capacitistas fomos e estamos mudando isso. Acabo levantando bandeiras mais com atitudes do que com palavras”, conta a madrinha do Teleton (maratona televisiva para reunir fundos à AACD).
Sua comunicação é natural. Vem da criação e do contato com pessoas de diferentes gerações, tendo feito escola nos palcos de Raul Gil e Silvio Santos. “Acabou enriquecendo o meu vocabulário, abrindo minha cabeça sobre várias questões. Meus pais nunca puseram limite nas minhas perguntas. Quando questionava, minha mãe sempre conversava comigo”.
Maisa usa look total Ferragamo, com brincos Betty Brand e anel Swarovski – Foto: Ivan Erick, com direção criativa de Leticia Haag, styling de Bruno Uchoa e beleza de Dindi Hojah, com produtos Guerlain
Com ideias e posicionamentos muito livres, a impressão que dá é a de “uma pessoa madura”, apesar da pouca idade. Aos 21, Maisa é um foguete. E, como dizem, foguete não dá ré. Mas para a missão Maisa ter pleno êxito, o segredo fundamental dessa felicidade é a saúde mental em dia. “Equilibrar a vida profissional, amigos, família, mantendo algumas coisas privadas. Porque o resto é muito exposto. Eu escolhendo ou não”. Se a mente voa a milhão, mesmo que neste turbilhão dê uma “avoada”, ela deixa sua marca como ícone de seu tempo. Inspira porque não se deslumbra. Pelo contrário: mantém os dois pés bem cravados no chão, sabe de onde vem e – acima de tudo – sabe muito bem onde quer chegar.
Quem é a Maisa que chega agora aos 21 anos?
“Para mim, os 21 fazem parte, na verdade, dos 20. E eles, sim, foram um novo ciclo, uma nova era. Os 21 são uma continuidade. Chego mais consciente da minha felicidade, da importância de viver o momento e grata pela fase da vida que estou vivendo. Muito feliz e isso é o que importa; é nisso que quero focar até os meus 30. Dos 20 aos 30, considero um ciclo. Quero ter esta felicidade e continuar aprendendo.”
O que faz a vida de Maisa ser interessante neste momento?
“Estou viajando bastante. Brinco que virei um foguete. Antes, as viagens eram pontuais. Com televisão, série, filme, é difícil. Ano passado, consegui abrir mais espaço para essas coisas, que também me enriquecem na vida pessoal e na profissional. As viagens têm me feito bem, e acho que elas são um dos maiores motivos da minha felicidade agora. Estou muito ansiosa pela segunda temporada de ‘De volta aos 15’, que estreia no segundo semestre deste ano. Espero, no Tudum, revelar a data de estreia.”
Imagem inspirada na capa da Harper’s Bazaar de abril de 1965, com Jean Shrimpton. Foto de Richard Avedon e direção criativa de Bea Feitler – Foto: Ivan Erick, com direção criativa de Leticia Haag, styling de Bruno Uchoa e beleza de Dindi Hojah, com produtos Guerlain
Você é uma jovem mística?
“Sou uma pessoa zen. Fiz uma personagem, a Vicenza de ‘Pai em Dobro’ (Netflix), que falava ‘gratiluz’ o tempo inteiro. Para o filme, fiz aula de ioga, entrei em contato com cristais e óleos essenciais. Mas não aplico no dia a dia. Se alguém me oferecer limpeza energética, eu vou, já fiz. Coloquei cristais nos chakras, acredito em Deus, mas também acredito em tudo. Sou a favor de que, quanto mais proteção, melhor. Venho de uma base católica, mas com o tempo fui me entendendo cristã e, acima de tudo, uma pessoa de muita fé. Todo dia, minha mãe me manda versículos, acho fofo, porque não tenho hábito de ler a Bíblia. Já tentei, mas nossa… leitura profunda. Faço orações e me protejo. Ah, e adoro o mar. Banho de mar dá uma renovada. Limpa a alma!”
No incrível em qualquer idade, plataforma global da Bazaar, muitas mulheres falam sobre ageísmo, em especial em frente à Cãmeras… Por ter crescido exposta, aprendeu a lidar com isso?
“Isso também influenciou no meu amadurecimento. Porque você lidar com o julgamento das pessoas que estão ao redor já tem um peso. Ser julgada por quem é de fora do seu círculo é ainda mais pesado. Aprendi a lidar com isso muito cedo. A fase em que tive mais medo foi a transição da infância para a adolescência, porque – se você parar para pensar -, não é uma mudança interna. É externa. Imagine o Brasil inteiro acompanhando eu começando a ter peito, mudando o meu jeito de vestir, a minha voz, o meu cabelo. Ficava com medo de isso me incomodar ao ponto de não querer mais aparecer.”
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