Angola: Swelia Antonio — A angolana de 25 anos é cofundadora da Better Tomorrow Africa (BTA), uma associação que visa melhorar a vida das pessoas através da educação e fornecer ferramentas práticas para um benefício sustentável e geracional. Swelia se orgulha em ser a primeira de sua família a fazer um mestrado em um terceiro idioma. Foto: DivulgaçãoAlbânia: Deta Kokomani — A jovem de 22 anos é estudante de Farmácia e pianista profissional. Aos 15 anos de idade, organizou um evento de doação de cabelo para crianças diagnosticadas com câncer em sua cidade natal e doou seu próprio cabelo. Ela é uma forte defensora da saúde mental e espera um dia facilitar a assistência médica universal em seu país e fornecer acesso gratuito a medicamentos a todos os albaneses.Foto: DivulgaçãoArgentina: Barbara Cabrera — A argentina de 27 anos é apaixonada por moda. Ela não é apenas uma modelo profissional, como também proprietária e diretora criativa de sua própria marca de roupas femininas na Argentina, a “BÁRBARA CABRERA Buenos Aires”, e espera um dia expandir seus negócios para outros países da América Latina. Além disso, Barbara colabora com a Fundação Margarita Barrientos, uma organização que oferece refeições, atendimento odontológico, moradia e um jardim de infância para crianças e adultos em situação de vulnerabilidade social.Foto: DivulgaçãoAustrália: Monique Riley — A australiana de 27 anos é apaixonada por saúde e defensora da autodefesa para mulheres. Hoje ela trabalha em parceria com um treinador para ministrar aulas de boxe para pessoas do sexo feminino. A jovem é bacharel em Indústrias Criativas com foco em Moda e Atuação e trabalha como atriz e assistente executiva. Monique espera criar sua própria linha de moda.Foto: DivulgaçãoArmênia: Kristina Ayanian — Kristina vem de uma família refugiada e cresceu como filha única de uma mãe solo. Hoje com 25 anos, a jovem trabalha como musicista, mentora, profissional e filantropa e usa seu posto como Miss Armênia para defender a equidade e a igualdade de gênero no país. Ela já recebeu prêmios pelo seu trabalho e destaque em jornais. Como filantropa, a armênia é uma das fundadoras de inúmeras iniciativas de assistência global sem fins lucrativos, incluindo a Who We Are e a Arevik Armenian Children’s Fund.Foto: DivulgaçãoVietnã: Nguyễn Thị Ngọc Châu — Com 28 anos, Nguyễn Thị Ngọc Châu é embaixadora do Children of Vietnam Charitable Fund, que apoia crianças com malformações congênitas e doenças no Vietnã. Ela sonha em se tornar uma empreendedora, produtora e apresentadora de seu próprio programa e deseja usar o título para trazer influências maiores e mais positivas em sua comunidade e apoiar crianças e mulheres carentes no Vietnã.Foto: DivulgaçãoEstados Unidos: R’Bonney Gabriel — R’Bonney, de 28 anos, é uma designer de moda, modelo e instrutora de costura. Na University of North Texas, ela se formou em Design de Moda com especialização em Fibras em 2018. Atualmente, é CEO de sua própria linha de roupas sustentáveis, R’Bonney Nola. É a principal instrutora de costura na Magpies & Peacocks, uma casa de design sem fins lucrativos que se dedica a usar a “Moda como uma força para o bem” por meio da sustentabilidade e do impacto na comunidade. Como destinatários do “Gucci Changemakers”, eles foram homenageados por seu trabalho de desviar tecidos e tecidos indesejados de aterros sanitários e transformá-los em coleções de moda. Dentro do programa “MAKR”, ela dá aulas de costura para mulheres que sobreviveram ao tráfico humano e à violência doméstica.Foto: DivulgaçãoVenezuela: Amanda Dudamel — Aos 23 anos, Amanda Dudamel é uma designer de moda de sucesso que se formou no Instituto Europeu de Design de Roma e também se especializou em sustentabilidade da moda no London College of Fashion. Como uma jovem empresária de moda, quer transmitir sua mensagem de consciência sobre práticas ecologicamente corretas da indústria e responsabilidade social corporativa por meio de sua própria marca, a ‘Amanda Dudamel’. Também emprega mulheres artesãs locais que vivem na população urbana de Petare. Foto: DivulgaçãoUcrânia: Viktoriia Apanasenko — A ucraniana de 29 anos recebeu seu mestrado em Serviço Social pela Universidade Nacional Taras Shevchenko de Kyiv e pesquisa o tema da violência doméstica há seis anos. Durante a escola, superou o bullying, o que a inspirou a começar a trabalhar de perto com causas de saúde mental. Ela é Embaixadora da Paz do Pacto Global da ONU na Ucrânia e apoia seu projeto de Ajuda Mental, que fornece ajuda psicológica profissional e gratuita para as vítimas da guerra na Ucrânia. Desde o início da guerra em grande escala na Ucrânia, Viktoriia tem trabalhado como voluntária ajudando a preparar alimentos para os batalhões das Forças Armadas da Ucrânia e as vítimas da guerra. Junto com uma amiga, forneceu alimentos, remédios e produtos de higiene para mais de 300 famílias ucranianas e continua ajudando os deslocados internos.Foto: DivulgaçãoUruguai: Carla Romero — Carla se formou aos 22 anos com Bacharelado em Administração de Empresas e trabalhou em empresas multinacionais desde os 18 anos. Hoje com 25, ela trabalha em um projeto social sobre saúde mental focado em ajudar outras pessoas com transtornos de ansiedade e depressão com base na própria experiência pessoal.Foto: DivulgaçãoTailândia: Anna Sueangam-iam — Hoje com 24 anos, Anna Sueangam-iam foi enviada pela família a um templo budista. Lá, suas refeições consistiam em restos de comida dos monges. Para cobrir as mensalidades da escola, ela teve que coletar pontos de mérito, doar sangue todo semestre, coletar garrafas plásticas de lixo e limpar banheiros públicos. Essa experiência a fez questionar a acessibilidade que as crianças tailandesas tinham à educação. Por isso, hoje usa sua voz para colaborar com muitas organizações sem fins lucrativos, a fim de fornecer às crianças acesso aos sistemas educacionais. Conduziu a campanha “Do it, Earn it”, apoia o projeto No Mixed Waste, participa de um projeto de escola aos sábados e trabalha com a Smile Train Thailand.Foto: DivulgaçãoSuíça: Alia Guindi — Aos 19 anos, Alia é apaixonada pela dança desde os seis. Começou com dança clássica e depois continuou em dança contemporânea. Hoje, passa sua paixão para crianças, dando aulas regularmente em uma companhia de dança. Ao mesmo tempo, continua seus estudos na área social. Foto: DivulgaçãoEspanha: Alícia Faubel — Alicia Faubel tem 26 anos é uma forte defensora da conscientização sobre os transtornos alimentares na Espanha e no mundo. Motivada por suas próprias experiências com distúrbios alimentares, dismorfia corporal e bullying, ela atualmente trabalha com diferentes organizações na Espanha para elevar e ampliar as vozes de mulheres que sofreram diferentes tipos de distúrbios alimentares. Alicia vive nas Filipinas há mais de três anos trabalhando como modelo e atriz. Fala fluentemente inglês, espanhol, valenciano e é proficiente em tagalo. Atualmente, está estudando para se tornar assistente de psicologia com especialização em transtornos alimentares. Em um futuro próximo, Faubel pretende abrir sua própria rede de restaurantes na Espanha para promover, elevar e normalizar hábitos alimentares saudáveis.Foto: DivulgaçãoEslováquia: Karolina Michalcikova — Karolina Michalcikova, de 24 anos, é uma estudante universitária que atualmente estuda recursos humanos e gestão. Ela já obteve seu diploma de bacharel e está terminando seu último ano de engenharia. Karolina não apenas ajuda financeiramente organizações sem fins lucrativos, mas também é voluntária em organizações que cuidam de cães abandonados e maltratados. Trabalha não só como modelo, mas também como maquiadora.Foto: DivulgaçãoÁfrica do Sul: Ndavi Nokeri — Ndavi Nokeri, de 23 anos, se formou em BCom Investment Management pela Universidade de Pretória e trabalhava em uma empresa de gestão de ativos na época de sua coroação como Miss Universo África do Sul, em agosto de 2022. Antes do título, ela já havia feito parceria com várias organizações para trabalhar para diminuir a desigualdade educacional na África do Sul por meio do aumento da alfabetização digital em escolas subdesenvolvidas. Como Miss Universo África do Sul, continuará esse trabalho com uma campanha chamada Ed-Unite. Foto: DivulgaçãoSingapura: Carissa Yap — Carissa Yap tem 22 anos e atualmente é estudante de graduação em Finanças e Economia na Universidade Nacional de Cingapura. Também é defensora das pessoas com deficiência intelectual e voluntária no MINDsville Singapore, que promove projetos de arte para ajudar essas pessoas a aprimorarem suas habilidades motoras e emocionais. Ela ainda espera ajudar mulheres carentes, pois acredita que o conhecimento, além do acesso a oportunidades, são as principais alavancas do sucesso.Foto: DivulgaçãoTurquia: Aleyna Şirin — Aleyna Şirin, de 21 anos de idade, atualmente estuda arquitetura de interiores e design ambiental. Ela tem um certificado de dança profissional e dançou balé por três anos e jazz, por cinco. Se formou na Istanbul Drama Art Academy. No ensino médio, participou de seu primeiro projeto de responsabilidade social em que levava brinquedos para crianças hospitalizadas e brincava com elas. Participou de simpósios de psicologia para entender melhor as pessoas. No futuro, usará sua profissão para ajudar pessoas e animais que não têm acesso a abrigos, estabelecendo sua própria fundação.Foto: DivulgaçãoTrindade e Tobago: Tya Jane Ramey — A modelo, de 25 anos, é duas vezes embaixadora nacional da beleza. Seus títulos incluem o Miss Universo Trindade e Tobago 2022, Miss Mundo Trindade e Tobago e Miss Mundo Caribe 2019. Atualmente, está obtendo seu mestrado em Serviço Social e é bacharel em Ciências e certificada em Serviço Social e Política Social. Dedicou sua vida a ser uma agente de mudança, o que se reflete em sua capacidade atual como associada de serviços infantis na Unidade de Justiça Infantil e em seu trabalho como coordenadora administrativa executiva do Conselho Regional da Juventude do Caribe. Frequentemente trabalha com organizações comunitárias e ONGs, e até foi pioneira em seu próprio projeto humanitário de defesa de crianças migrantes venezuelanas. Foto: DivulgaçãoBahamas: Angel J Cartwright — A jovem, de 28 anos, é dona da plataforma “There is No Planet B”, que visa a prevenção das mudanças climáticas. Como Embaixadora da Conservação, ela faz apresentações que ensinam alunos sobre os efeitos devastadores da mudança climática e as maneiras pelas quais as Bahamas podem se tornar mais focadas no meio ambiente. Se formou em Administração de Empresas aos 20 anos e é a primeira das Bahamas a concluir um Mestrado Duplo em Ciências em Finanças e um MBA Internacional na Florida International University.Foto: DivulgaçãoRússia: Anna Linnikova — Aos 22 anos, Anna Linnikova está desenvolvendo sua própria marca de roupas. Ela é modelo profissional desde os 16 anos e completou vários contratos de sucesso em todo o mundo. Fala inglês fluentemente e atualmente estuda francês. Anna está envolvida em projetos de caridade relacionados à melhoria e manutenção do meio ambiente na Rússia e também ajuda abrigos de animais deslocados.Foto: DivulgaçãoSeychelles: Gabriella Gonthier — Gabriella Gonthier tem 27 anos e nasceu em Sydney, Austrália, mas foi criada no arquipélago das Ilhas Seychelles, especificamente em Mahe. Formou-se na Universidade de Londres em bacharel em Administração de Empresas e especialização em Negócios Internacionais. Após a formatura, ela combinou sua vontade de se adaptar com suas habilidades de negócios e se tornou a oficial de monitoramento e avaliação responsável pela cooperação internacional no Ministério das Pescas e Economia Azul. Depois de sofrer várias perdas de familiares para o suicídio e passar por ansiedade e depressão, Gabriella se dedicou a iniciar conversas abertas sobre a importância da saúde mental e da prevenção do suicídio. Sua defesa por meio do projeto Semicolon trabalha para isso. Suas maiores realizações vão desde o reconhecimento nacional, regional e internacional nas áreas de governança oceânica, academia e modelagem. Foto: DivulgaçãoSanta Lúcia: Sheris Paul — Com 27 anos de idade, Sheris Paul é uma empresária de tecnologia e está cursando sistemas de informação. Ela é apaixonada por empoderar mulheres e meninas. É a membro mais antigo da Girls of a Feather, uma ONG que oferece oportunidades educacionais e orientação para meninas vulneráveis. Atualmente, ela está desenvolvendo um aplicativo que ajudará as vítimas de abuso a encontrar ajuda e recursos. Trabalha em colaboração com a Royal Police Force na educação de jovens sobre os efeitos do cyberbullying, violência doméstica e abuso nas escolas de Santa Lúcia. Também apoia a Girls Who Brunch Tour, outra ONG que oferece apoio a meninas em risco de nove a 18 anos para capacitá-las, educá-las e inspirá-las.Foto: DivulgaçãoPorto Rico: Ashley Cariño — Ashley Cariño, de 28 anos, sonha em se tornar a primeira Miss Universo a ir ao espaço. Ela está se formando em Engenharia Aeroespacial na University of Central Florida com esperanças de se especializar na área de propulsão de foguetes. Seu objetivo final é trabalhar na NASA, que sempre foi o sonho de infância dela. Como a mais velha de cinco irmãos, Ashley conhece o impacto que os modelos têm na geração mais jovem de hoje. Por esse motivo, passou os últimos cinco anos trabalhando com crianças e adolescentes com problemas de saúde mental ou com diversidade cognitiva.Foto: DivulgaçãoPolônia: Aleksandra Klepaczka — Aleksandra, que tem 23 anos, se formou na escola de música aos 17. Ela canta, toca violino e violão e é membro de uma banda local. Também é apaixonada pelo mundo da tecnologia e dos negócios, o que a levou a se formar em engenharia de gestão. Ela está envolvida em tópicos relacionados à ciência de primeiros socorros e doação de sangue. Como voluntária, seu objetivo é ensinar o maior número possível de pessoas a serem socorristas. Foto: DivulgaçãoPortugal: Telma Madeira — Aos 23 anos de idade, Telma Madeira está muito empenhada em ajudar pessoas com problemas de saúde mental, pois ela mesma já foi vítima de bullying. Está em contato constante com um hospital local, onde conscientiza sobre práticas médicas inadequadas relacionadas aos direitos reprodutivos das mulheres. Também usa seu título como Miss Universo Portugal para promover uma melhor proteção do meio ambiente. Completou muitos cursos, incluindo os de atendimento odontológico e cursos de culinária e panificação. Em várias ocasiões, ela voluntariamente cozinhou e serviu o pescador local de sua cidade para fornecer-lhes comida quente e nutritiva após longas horas de trabalho duro.Foto: DivulgaçãoFilipinas: Celeste Cortesi — Celeste Cortesi, de 25 anos, trabalha com a Save the Children Filipinas, focada especialmente em reduzir a fome e a crise de desnutrição. A organização fornece recursos para as crianças mais vulneráveis ​​para garantir que elas cresçam saudáveis. É uma causa que está perto de seu coração, pois a lembra das lutas de sua mãe para criá-la e a seus irmãos. Ela também apoia a MindNation, uma organização de saúde mental e bem-estar, que oferece palestras, treinamento e terapia para aqueles que precisam. Ela espera continuar seus estudos no setor imobiliário e seguir carreira na área.Foto: DivulgaçãoPeru: Alessia Rovegno — Aos 18 anos, a peruana alcançou o pilar de seus objetivos de vida que é o sucesso financeiro. Hoje, com 24, ela acredita que a educação infantil é a chave definitiva para um mundo melhor e até sonhava em abrir uma escola. Faz parte de muitas organizações sem fins lucrativos, incluindo Bridges, Help Peru e a campanha de câncer de mama da Estée Lauder. É empresária e co-proprietária da padaria de sua família. Alessia também seguiu sua paixão pela música montando uma dupla com sua irmã e se apresentando em todo o Peru. Foto: DivulgaçãoParaguai: Lia Ashmore — Nos últimos cinco anos, Lia Ashmore, de 28 anos, trabalhou em marketing e design gráfico. Tem colaboração com várias organizações com o objetivo de levar uma mensagem de esperança, aceitação e empatia. Se dedica a ajudar os outros a construir um senso saudável de identidade depois de ter sofrido rejeição e discriminação na infância, que a levaram a pensar em suicídio. Ela acredita que uma pessoa pode fazer a diferença e dá palestras sobre auto-aceitação para acabar com o bodyshaming.Foto: DivulgaçãoPanamá: Solaris Barba — Aos 23 anos, Solaris Barba é estudante de psicologia apaixonada por dança e artes plásticas. Em seu trabalho como apresentadora de TV, ela trabalha lado a lado com a AIDS Healthcare Foundation, uma ONG global sem fins lucrativos que financia e fornece medicamentos de ponta para mais de 1.650.000 pessoas em vários países. Também promove as questões de saúde e higiene menstrual. Também é embaixadora da Smile Train Latin America Foundation, focada em fornecer soluções para fissuras labiais e palatinas de forma sustentável. Trabalha ainda em colaboração com a fundação SOS Albinos Panama, que ajuda crianças com albinismo em populações indígenas de Guna Yala, no Caribe panamenho. Além disso, junto com suas irmãs, é fundadora de uma hamburgueria.Foto: DivulgaçãoNigéria: Hannah Iribhogbe — Hannah Iribhogbe, de 21 anos, é apaixonada por caridade, serviço comunitário, envolvimento juvenil e empoderamento feminino. Ela estuda administração de empresas na North Lake College Dallas, Texas. É apaixonada por crianças, especialmente meninas, demonstrando isso por meio de caridade e serviço comunitário. Visita orfanatos na Nigéria e é responsável por duas meninas. Ela é a fundadora da The Montana Initiative, uma organização que trabalha para alimentar 10 milhões de crianças em toda a África. Foto: DivulgaçãoNoruega: Ida Hauan — Ida Anette Hauan, de 27 anos, decidiu se tornar eletricista aos 16 anos, mas depois descobriu que ajudar as pessoas necessitadas é sua verdadeira paixão. Por causa disso, se tornou conselheira de saúde mental e abuso de substâncias. Adora animais e é voluntária no abrigo de animais Myas.Foto: DivulgaçãoNicarágua: Norma Huembes — Norma Huembes, de 24 anos, cresceu em uma família de empresários, o que a levou a se tornar uma contadora e auditora pública que fornece consultoria econômica gratuita para empresários. Aos 19 anos, criou como voluntária um sistema de contabilidade de custos para granjas avícolas. Além disso, ela ajuda muitas escolas a se posicionarem contra o bullying e os maus-tratos a crianças. Está iniciando uma campanha interativa para facilitar ambientes de aprendizagem seguros por meio de palestras sobre educação adequada e uso de mídia social. Foto: DivulgaçãoPaíses Baixos: Ona Moody — Ona, de 25 anos, é formada em Dança e Ensino de Dança pelo Instituto Lucia Marthas de Artes Cênicas, além de possuir certificado como enfermeira de maternidade. Ela considera a saúde mental extremamente importante, pois ela mesma lutou contra a depressão. Também é defensora da Hulphond Netherlands e da organização Make-A-Wish. Ensina dança para crianças carentes e quer continuar compartilhando sua experiência com a síndrome dos ovários policísticos.Foto: DivulgaçãoMéxico: Irma Cristina Miranda Valenzuela — Com 26 anos, a mexicana trabalha com uma organização sem fins lucrativos chamada La Comuna e colabora com o Instituto Nacional de Migração no México. Foto: DivulgaçãoNepal: Sophiya Bhujel — Sophyia, de 27 anos, é uma empresária e modelo freelancer, que recentemente aproveitou a oportunidade para lançar seu próprio projeto de advocacia, Project Red. Esta iniciativa trabalha para fornecer calcinhas menstruais sustentáveis ​​e gratuitas às mulheres do Nepal que, de outra forma, seriam privadas de produtos higiênicos. Por meio do Project Red, ela busca combater a pobreza menstrual no Nepal e dar um passo em direção à equidade e à liberdade menstrual. Já competiu no Miss Global Asian e no Miss Eco International e também é a detentora do Recorde Mundial do Guinness por subir a rampa mais alta do Monte Everest. Foto: DivulgaçãoMianmar: Zar Li Moe — Aos 21 anos, Zar Li Moe sonha em ser modelo e também uma empreendedora de sucesso. Ela gostaria de criar uma fundação responsável por educar crianças pequenas em áreas rurais para que possam alcançar seus objetivos. Também quer aumentar a conscientização para impedir o abuso infantil, o casamento infantil, a proibição das drogas e o tráfico humano, especialmente de mulheres. Trabalha em colaboração com uma ONG que fornece educação sobre HIV/AIDS e para prevenir a doença em meninas que, de outra forma, não poderiam pagar por educação sexual.Foto: DivulgaçãoNamíbia: Cassia Sharpley — Com 23 anos de idade, Cassia Sharpley tem 17 anos de experiência nas artes cênicas como dançarina, cantora, atriz, modelo, musicista e compositora. Também está na área médica como paramédica. Ela é a fundadora e proprietária do Honeycomb Haven Foundation Project, que defende o alívio da pobreza no 7de Laan Constituency em Windhoek, Namíbia. Foto: DivulgaçãoKosovo: Roksana Ibrahimi — A Miss, de 24 anos, atualmente faz bacharel em odontologia no Alma Mater College. Além de ser uma aluna dedicada em tempo integral, atualmente trabalha como Especialista em Recursos Humanos em uma das maiores empresas de seu país. Também apóia a “Let’s Do It Kosovo”, uma organização que defende a preservação e proteção do meio ambiente. Depois de perder a mãe para o câncer, começou a apoiar pessoas na “Comunidade de Apoio ao Câncer”, uma organização que garante que os pacientes tenham acesso a recursos e suporte, independentemente de sua nacionalidade. Foto: DivulgaçãoQuirguistão: Altynai Botoyarova — Hoje com 18 anos, a jovem compete em vários concursos de beleza desde os cinco anos de idade, conseguindo sua primeira vitória como “Mini Miss Fashion 2010”. Atualmente, Altynai está estudando para ser designer e também é modelo profissional. Em 2021, ganhou o concurso Miss Universo Krygzstan. Também é ativista em seu país e tem se voluntariado para ajudar crianças em orfanatos, além de passar os meses de verão limpando as praias do Lago Issyk-Kul.Foto: DivulgaçãoCoreia: Hanna Kim — Hanna, de 28 anos, foi motivada a trabalhar em pesquisa clínica como linguista e tradutora depois de perder o pai devido a um câncer. Em sua memória, Hanna defende a saúde mental de pacientes da doença e suas famílias. Também exibe suas habilidades artísticas como dançarina de balé e modelo e recebeu o Prêmio de Melhor Performance do Concurso Internacional de Artes de Dança de 2022 e medalha de platina no Prêmio Europeu de Fotografia de 2022. Kim já enfrentou dificuldades financeiras ao longo da vida e hoje é defensora da causa.Foto: DivulgaçãoIlhas Maurício: Alexandrine Belle-Etoile — Aos 25 anos, a candidata é licenciada em Belas Artes e atualmente leciona Artes e Francês em uma escola primária particular. Já foi modelo profissional de várias grandes marcas nas Ilhas Maurício. Sonha em criar uma escola de artes aberta a todas as idades e está determinada a promover este projeto durante seu ano como titular na região.Foto: DivulgaçãoMalta: Maxine Formosa Gruppetta — A jovem, de 22 anos, é meio maltesa por parte de mãe e meio britânica por parte de pai. Atualmente trabalha em uma empresa que fornece embalagens para produtos de cuidados com a pele, maquiagem e fragrâncias. Aos 13 anos, se mudou para o Reino Unido para estudar canto e composição musical. Depois que um amigo próximo foi diagnosticado com fibrose cística, se dedicou a aumentar a conscientização local e internacional sobre a doença e trabalha em colaboração com uma ONG para isso. É voluntária em um santuário de cavalos para crianças com autismo, onde limpa os estábulos e dá comida aos cavalos.. Maxine está determinada a deixar seus dois maiores apoiadores orgulhosos: sua avó, que perdeu devido ao câncer, e seu pai, que perdeu apenas três meses depois da participação no Miss Universo Malta.Foto: DivulgaçãoMalásia: Cheam Wei Yeng — A jovem, de 26 anos, fala cinco idiomas, incluindo inglês, mandarim e malaio. Ela sonha em se tornar uma cientista um dia, e atualmente faz aulas com médicos. Está trabalhando em uma campanha de caridade vendendo bebidas do Starbucks para gerar doações para várias causas. É defensora da saúde mental, pois ela mesma sofria de ansiedade e já enfrentou cyberbullying após sua vitória no Miss Universo Malásia em 2022. Foto: DivulgaçãoLetônia: Kate Alexeeva — Kate, de 28 anos, é uma modelo, empresária e influenciadora letã. Sua carreira começou em 2010 e, desde então, ela já trabalhou com grandes marcas como Prada, Dolce e Gabbana, Coach, Guess e muito mais. Já apareceu nas capas da LUI ITALIA, Marie Claire, Glam Week UK, Starview Spain, GMARO Magazine e muito mais. Desde a infância, ela ganhou inúmeras olimpíadas de matemática e linguística, além de se tornar uma grande mestre de xadrez. Foto: DivulgaçãoLaos: Payengxa Lor — Com 21 anos, Payengxa Lor é a primeira mulher Hmong a competir o Miss Universo. Ela acredita que a educação pode erradicar a pobreza. Trabalhou duro para aprender inglês sozinha para se tornar professora de inglês. Com a profissão, ela conseguiu ter condições de se sustentar para ir para uma universidade. Acredita que o inglês não é a chave para o sucesso, mas sim uma ferramenta. A jovem também é voluntária para pessoas carentes, palestrante e possui medalha de prata no taekwondo.Foto: DivulgaçãoLíbano: Yasmina Zaytoun — A explosão no Líbano em 4 de agosto de 2020 fez com que mais de 50% do povo libanês vivesse abaixo da pobreza e o desemprego disparasse. Seu senso de responsabilidade levou Yasmina Zaytoun, de 20 anos, a ajudar as vítimas por meio de sua própria fundação “bemouin.lb”. Ela também é embaixadora do Children Cancer Center of Lebanon, uma importante organização nacional dedicada ao tratamento e apoio a crianças e adolescentes com câncer. Além disso, se dedica a palestras motivacionais e iniciou seu próprio programa de mídia social “With Yasmina Show”. Atualmente, está fazendo mestrado em jornalismo na Notre Dame University, no Líbano. Foto: DivulgaçãoCazaquistão: Diana Tashimbetova — A Miss, de 19 anos, é estudante de arquitetura na escola de tecnologia e negócios da Universidade do Cazaquistão. Quando sua mãe foi diagnosticada com câncer, Diana iniciou a campanha #senzhalgyzenmissin para aumentar a conscientização e o combate à doença. Sua mãe a levou para ser voluntária no orfanato do distrito de Almaty quando criança e ela faz isso desde então. Também é membro da Liga Republicana de Voluntários para prestar serviço aos necessitados.Foto: DivulgaçãoJapão: Marybelen Sakamoto — Marybelen, de 24 anos de idade, nasceu em Tóquio mas cresceu com duas culturas diferentes: seu pai é peruano e sua mãe, japonesa. Ela era membro de uma banda feminina de sucesso no colégio e ganhou várias audições que lhe permitiram se apresentar em dois grandes festivais de rock. Marybelen está atualmente trabalhando como professora em um grande estúdio de culinária nacional no Japão. Foto: DivulgaçãoJamaica: Toshami Calvin — A candidata, de 26 anos, migrou para os EUA enquanto cursava o ensino médio, obtendo seu diploma de graduação em Ciências da Saúde na University of Central Florida. Toshami é provedora de terapia para crianças com o transtorno do espectro autismo. Se dedicou a ajudar os pequenos quando seu primo foi diagnosticado com paralisia cerebral. É uma forte defensora da causa autista na Jamaica e trabalha com a organização sem fins lucrativos Jamaica Autism Support Association.Foto: DivulgaçãoItália: Virginia Stablum — Virginia Stablum, de 24 anos, é uma influenciadora em tempo integral e modelo internacional. Já trabalhou com algumas das agências de maior prestígio nos Estados Unidos e na Europa, incluindo Elite Miami em Miami, Fashion Model em Milano e MGM em Hamburgo. Desde jovem, adora idiomas e estuda em escolas internacionais aprendendo inglês, alemão e espanhol. Após o ensino médio, se dedicou ao estudo de marketing e comunicação digital. Também estudou dicção e atuação por três anos, tornando-se uma das influenciadoras de beleza e moda da Itália. Virginia já trabalhou com marcas de beleza como Dior Beauty, Shiseido, L’Oreal e Maybelline. Todos os anos, ela colabora com marcas que apoiam mulheres em causas como violência, câncer de mama e independência financeira. Foto: DivulgaçãoÍndia: Divita Rai — A indiana de 25 anos é formada em arquitetura e modelo na capital da moda da Índia, Mumbai. Com o título de Miss Universo, ela espera usar seu trabalho para tornar a educação mais acessível para crianças, especialmente meninas. Ao fazer parceria com as principais ONGs da Índia, como CRY, Nanhi Kali e Teach for India, ela espera capacitar os pequenos com a liberdade de escolha.Foto: DivulgaçãoIndonésia: Laksmi De Neefe Suardana — Laksmi, de 26 anos, é a primeira mulher balinesa a representar a Indonésia no Miss Universo. Ela se dedica a ajudar comunidades carentes em toda a Indonésia com programas de alfabetização. Depois de concluir seus estudos de bacharelado em Negócios da Moda na Itália, voltou a Bali durante a pandemia para ajudar as crianças a terem acesso à educação de qualidade. Ensinou inglês para os pequenos em bairros pobres de Bali e é afiliada à Bali Children Foundation, uma organização sem fins lucrativos que ajuda milhares de crianças a concluírem a escola. Além disso, começou um IG Live Book Club para o Festival de Escritores e Leitores de Ubud para encorajar os jovens indonésios a ler. Atualmente, está realizando a campanha #LaksmiForLiteracy e escrevendo um livro infantil para destacar Jacarta como a Cidade da Literatura da UNESCO.Foto: DivulgaçãoIslândia: Hrafnhildur Haraldsdóttir — A candidata tem 18 anos e é estudante de biologia no Colégio Comercial da Islândia. Sonha em estudar medicina após a formatura e um dia se tornar uma cirurgiã especializada em cirurgias reconstrutivas para vítimas de queimaduras e/ou crianças com fenda palatina. Atualmente é voluntária ativa na limpeza de praias. Suas paixões incluem aumentar a conscientização e arrecadar fundos para a Fundação Josh Neuman e para o hospital Grensas Support Society, especializado em reabilitação após lesões físicas/traumas.Foto: DivulgaçãoHonduras: Rebeca Rodriguez — A candidata ao Miss Universo tem 20 anos e trabalha como modelo para financiar seus estudos universitários. Atualmente, ela cursa duplo bacharelado em negócios internacionais e marketing digital pela Atlantis University em Miami. É embaixadora de várias marcas internacionais e se juntou a várias organizações sem fins lucrativos. Além disso, uma tragédia familiar a fez voltar os olhos para a saúde mental.Foto: DivulgaçãoHaiti: Mideline Phelizor — A modelo de 27 anos enfrentou uma infância conturbada: sua mãe faleceu quando ela tinha apenas cinco anos e ela teve que morar com uma tia. Perdeu rapidamente as ilusões da infância, mas entendeu a necessidade de tirar proveito de seus inconvenientes e transformá-los em fonte de motivação para seguir em frente. Já enfrentou assédio e bullying devido à sua altura, mas foi pressionada pelo pai a se matricular em uma escola de modelos, onde se tornou modelo profissional. Atualmente estuda Direito e quer se especializar nos direitos da criança, principalmente de órfãos. Aos 23 anos, representou o Haiti em um concurso internacional de beleza e ganhou o título de modelo Miss Supra Caribe. Também lançou sua agência de modelos.Foto: DivulgaçãoGuatemala: Ivana Batchelor — Ivana, de 22 anos, é uma estudante de comunicação, que incentiva as pessoas a se reconectarem com suas origens por meio de sua música, comida e tecidos. Tendo ela mesma lutado contra a depressão e pensamentos suicidas, hoje tabalha em escolas públicas para ajudar na prevenção do suicídio em seu país. Reconhece a necessidade de combater a desnutrição e proporcionar igualdade na educação em seu país. Por isso, um de seus maiores sonhos é criar uma organização sem fins lucrativos para fornecer alimentos e suprimentos para famílias carentes, além de bolsas de estudo para educação corretiva e programas universitários.Foto: DivulgaçãoGrécia: Korina Emmanouilidou — A grega de 22 anos é apaixonada por modelagem e trabalha como modelo desde os 16 anos. Está estudando para obter seu diploma como esteticista e maquiadora da London Make-up Institute. Ela espera ter seu próprio salão algum dia. Voar também tem um lugar especial em seu coração e Korina tem feito aulas de comissária de bordo.Foto: DivulgaçãoGrã-Bretanha: Noky Simbani — Aos 25 anos, Noky tem mestrado em Engenharia Química. Hoje é uma banqueira qualificada e trabalha em projetos de marketing para apoiar o crescimento dos negócios. Criou a Boss Bios, uma plataforma que celebra as conquistas de líderes femininas, além da Boss Brunches, onde compartilha conselhos práticos para comemorar os sucessos com convicção. Fora do trabalho, é embaixadora da diversidade e inclusão e também ajuda jovens de todo o país a desenvolver suas habilidades profissionais. Além disso, é embaixadora da BAME para SmartWorks, uma instituição de caridade que fornece estilo pessoal, roupas e treinamento para mulheres desempregadas. Como representante da organização sem fins lucrativos A-Sisterhood, já viajou para a Índia para trabalhar com a Stop Acid Attacks e arrecadar fundos e conscientizar vítimas .Foto: DivulgaçãoFrança: Floriane Bascou — A Miss, de 20 anos, iniciou recentemente seu primeiro ano na faculdade de medicina. Ativista comprometida, a candidata ao Miss Universo é representante oficial da Sociedade Francesa de Câncer, sem fins lucrativos. Floraine pratica ginástica desde os três anos de idade, natação, dança tradicional, basquete e atletismo.Foto: DivulgaçãoGana: Engracia Afua K. Mofuman — A Miss de 27 anos é modelo profissional e tradutora de francês, inglês, espanhol e português. Ela cresceu em Gana, bem como em vários outros países africanos, o que a motivou a fazer mestrado em Relações Internacionais. Sonha em eliminar o analfabetismo e preparar melhor as crianças da zona rural para o ensino superior. Criou o Projeto #PowerInThePencil, uma iniciativa destinada a ensinar crianças em Gana a ler e escrever. Tem um programa de triagem médica na Prisão Feminina de Nushum, para conter os altos incidentes de doenças crônicas negligenciadas, como hipertensão e diabetes. Defende igualdade, diversidade e inclusão na indústria da beleza.Foto: DivulgaçãoAlemanha: Soraya Kohlmann — Soraya é uma empresária de 24 anos, instrutora de pilates e modelo. Ela ama os animais e o meio ambiente e é vegetariana desde os dois anos de idade e vegana desde os doze. Ela aprendeu a dançar balé, latim e jazz e também pratica dança de torcida. Foto: DivulgaçãoEl Salvador: Alejandra Guajardo — Aos 26 anos de idade, é formada em Negócios Internacionais. Quando tinha 18 anos, seu pai foi diagnosticado com câncer de pâncreas. Por isso, juntamente com ele, iniciou um negócio de óleos de canabidiol e hoje eles ainda apoiam famílias de baixa renda que sofrem de problemas de saúde semelhantes. Atualmente trabalha com organizações locais para educar ainda mais as pessoas sobre a importância da segurança alimentar, proteção e sustentabilidade.Foto: DivulgaçãoGuiné Equatorial: Alba Isabel Obama Moliko — Alba é uma estudante de Direito de 21 anos e foi Miss Supranational Equatorial Guinea em 2019, quando também ganhou um prêmio Supramodel da África. É realizadora e modelo do programa de televisão “Top Model da Guiné Equatorial”. Trabalha como oficial de protocolo para o secretário-geral do PDGE, o partido democrático da Guiné Equatorial.Foto: DivulgaçãoFinlândia: Petra Hämäläinen — Aos 26 anos, Petra estuda na University of Eastern Finland e atualmente está finalizando sua tese de mestrado em ciências educacionais. Ela concluiu um bacharelado em Ciências da Educação e em breve será professora. A jovem entrou para o mundo da moda com apenas 16 anos, quando foi descoberta em um supermercado local pelo famoso designer finlandês Jukka Rintala. Atualmente está arrecadando dinheiro para a organização sem fins lucrativos HaTTu ry, que busca incentivar crianças de famílias de baixa renda a terem pelo menos um hobby. A finlandesa também trabalha na conscientização sobre o câncer de mama.Foto: DivulgaçãoEquador: Nayelhi González — Nayelhi tem 28 anos e é uma entusiasta da pintura e amante dos animais e dos esportes. Seu senso de empatia e humanismo a inspiraram a se tornar uma enfermeira licenciada. Acredita que aprendeu a se levantar e lutar por seus objetivos guiada por sua grande fé em Deus. Faz trabalho social durante todo o ano, com foco especial nas crianças da província de Esmeraldas, por meio do próprio projeto Diamond Youth, em colaboração com a Fundação Germinar. Como detentora do título de Miss Equador, visa elevar o amor próprio das mulheres afrodescendentes.Foto: DivulgaçãoRepública Dominicana: Andreína Martínez — Aos 13 anos e sem falar uma única palavra em inglês, Andreína se mudou para os EUA. Hoje, aos 25, é vencedora do Prêmio Pay it Forward do Google por sua dedicação à sua comunidade, além de ser bacharel em Psicologia pela City College de Nova York. Antes de se formar Magna Cum Laude, trabalhou como estagiária de Capitol Hill em Washington DC no escritório da senadora Kristen Gillibrand. Foi lá que descobriu sua paixão pela preservação dos direitos femininos e se tornou uma defensora de políticas públicas que promovem as mulheres. Sua luta como imigrante a motivou a proteger comunidades sistematicamente marginalizadas. Atualmente trabalha no Centro de Igualdade das Mulheres, uma organização sem fins lucrativos que defende os direitos das mulheres na América Latina e no Caribe. Seu sonho é se tornar a primeira mulher embaixadora da República Dominicana nas Nações Unidas. Foto: DivulgaçãoChile: Sofía Depassier — Sofía, de 24 anos, nasceu e foi criada no Chile, onde viveu até os dez anos de idade, até se mudar com a mãe para os Estados Unidos após o divórcio dos pais. Ela e a família sofreram discriminação, bullying e racismo por não conhecerem o idioma local e pelas diferenças culturais entre os dois países. Por isso, decidiu criar o projeto “Universo Sem Fronteiras”, cujo foco é oferecer apoio e orientação para crianças e jovens que se mudam para um novo país. Além disso, também fundou a rede social @womenalert, que visa melhorar a visibilidade e a educação sobre questões que afetam as mulheres. Os tópicos incluem o direito à autonomia sobre o próprio corpo, reduzindo os estereótipos de beleza, saúde mental e dismorfia corporal.Foto: DivulgaçãoRepública Tcheca: Sára Mikulenková — Aos 20 anos, Sára trabalha como professora e também possui um certificado cosmético, que a capacitou a ajudar outras mulheres. Seu sonho é um dia ter um salão. Foto: DivulgaçãoCroácia: Arijana Podgajski — A jovem croata de 20 anos é estudante de economia e gestão na Zagreb School of Economics and Management. Um dia ela espera se tornar uma corretora de imóveis de sucesso e administrar seu próprio negócio. Nasceu em uma pequena cidade perto de Zagreb e foi criada por uma mãe solo. A saúde mental e o cuidado com os animais abandonados são causas muito importantes para ela.Foto: DivulgaçãoCuraçao: Gabriëla Dos Santos — Aos 20 anos de idade, Gabriëla é coach e fala quatro idiomas: inglês, espanhol, holandês e papiamento. Em 2019, fundou a Light4change, uma organização cujo objetivo é permitir que os jovens encontrem propósito na adversidade e abracem quem são com total autenticidade. Fez parceria com a Kòrsou Uní, uma organização sem fins lucrativos que luta contra a discriminação e o bullying. Ela também é voluntária da Green Phenix, uma empresa social com sede em Curaçao que transforma resíduos plásticos em produtos novos e utilizáveis, criando uma economia circular.Foto: DivulgaçãoColômbia: María Fernanda Aristizabál — A colombiana de 25 anos é palestrante motivacional, modelo e influenciadora formada em mídia e jornalismo. Por meio de sua campanha #MakeEveryMomentWorthIt, ela compartilha sua filosofia de vida apoiando comunidades vulneráveis ​​na Colômbia. Trabalha com várias organizações sem fins lucrativos, incluindo Smile Train e Best Buddies. Além disso, a jovem deseja usar o Miss Universo para dar visibilidade e conscientização à escassez de água por meio de sua campanha #SOSÁGUA.Foto: DivulgaçãoChina: Sichen Jiang — A chinesa de 26 anos foi analista de banco de investimento e também trabalhou como analista de avaliação e modelagem no departamento de fusões e aquisições. Se formou na Universidade de Cambridge em Finanças Imobiliárias e na Universidade de Manchester em Contabilidade e Finanças. Durante a pandemia, trabalhou como voluntária na linha de frente do combate à COVID-19. Também se juntou a uma organização sem fins lucrativos, a CYOT (China Youth of Tomorrow) para atender estudantes universitários de baixa renda.Foto: DivulgaçãoCosta Rica: Maria Fernanda Rodriguez Ávila — Aos 25 anos, Maria Fernanda é uma engenheira civil apaixonada por idiomas. Formou-se recentemente em português, sua terceira língua, e continua seus estudos na língua de sinais da Costa Rica. Ela trabalha com a Associação Juvenil Mariano como membro do conselho de administração e também é membro ativo do Lions Club International da Costa Rica e The Clean Wave. A colombiana ainda fundou sua própria organização sem fins lucrativos, Unbreakable Dreams, com a missão de apoiar os sonhos dos jovens que são o futuro do mundo. Foto: DivulgaçãoIlhas Cayman: Chloe Powery-Doxey — A Miss de 25 anos joga basquete há 17, tanto como hobby quanto profissionalmente. Jogou com o Women of Valor Basketball Club e a Seleção Nacional das Ilhas Cayman, conquistando duas vitórias em 2013 e 2021. A jovem trabalha em colaboração com o Cayman Islands National Trust, organização não governamental sem fins lucrativos criada para preservar a história e a biodiversidade da sua região.Foto: DivulgaçãoCanadá: Amelia Tu — Amelia Tu tem 21 anos e atualmente está cursando um bacharelado duplo em Biologia e Negócios na Universidade da Califórnia em Berkeley. Ela é apaixonada pela sustentabilidade ambiental e fundou uma empresa chamada Organic Code, que inclui uma coleção orgânica de produtos para a pele e uma linha de roupas sustentáveis. Também trabalha em colaboração com várias organizações sem fins lucrativos, incluindo a SOS Children’s Villages, que oferece apoio a crianças sem cuidados parentais. Foto: DivulgaçãoCamarões: Mouketey Lynette Monalisa Jelly — Mouketey tem 26 anos é especialmente apaixonada por ajudar crianças; ela organiza o Hope Day, um programa que ajuda as crianças do ensino fundamental a ter acesso às necessidades escolares. Também trabalha com crianças vítimas da guerra no Sudoeste. Sua realização de maior orgulho foi o lançamento da Fundação de Caridade Miss Monalisa, que ampliou o impacto de suas atividades filantrópicas.Foto: DivulgaçãoBulgária: Kristina Plamenova — Aos 26 anos, Kristina tem mestrado em Direito pela University of National and World Economy e atualmente estuda Engenharia de Software. Ela defende ações contra as mudanças climáticas e é embaixadora de uma campanha contra a poluição do ar, além de promover a conscientização sobre as consequências do aquecimento global.Foto: DivulgaçãoCamboja: Manita Hang — Manita é uma modelo khmer-francesa de 24 anos que se tornou a primeira representante birracial de seu país no Miss Universo. Ela atualmente trabalha como diretora financeira em uma empresa multinacional e é formada em Contabilidade e Finanças. A jovem fala três línguas: francês, inglês e khmer e tem dupla cidadania na França e no Camboja.Foto: DivulgaçãoIlhas Virgens Britânicas: Lia Claxton — Quando criança, Lia estudava música e dança e até hoje toca piano ocasionalmente em sua igreja local. Nascida em 2004, a jovem de 18 anos se apaixonou pelo atletismo depois de ingressar em um clube após os furacões Irma e Maria e forneceu estrutura e disciplina para a juventude local durante o período de tempestades. Lia Claxton se formou no ensino médio na pandemia, está cursando inglês e deseja se tornar advogada. Atualmente trabalha como recepcionista e secretária júnior em um escritório de advocacia.Foto: DivulgaçãoButão: Tashi Choden — A butanesa de 23 anos é membro e defensora dos direitos da população LGBTQIA +, da igualdade de gênero e do empoderamento das mulheres. Foto: DivulgaçãoBolívia: Maria Camila Sanabria Pereyra — Nascida em uma família simples e unida, a boliviana de 28 anos é graduada em Administração de Empresas e mestre em Marketing e Gestão de Negócios. Maria Camila acredita que a educação é o motor que gera crescimento na vida de todos. Tem um sobrinho com autismo, e por isso decidiu ajudar crianças com essa condição.Foto: DivulgaçãoBrasil: Mia Mamede — A brasileira de 27 anos é uma apresentadora de TV, produtora de cinema, empresária e filantropa. Formada em Jornalismo Audiovisual e Socioeconomia pela Universidade de Nova York, ela é dona de sua própria produtora audiovisual. Mia Mamede fala cinco línguas e iniciou seus trabalhos filantrópicos em 2011 como professora em uma comunidade brasileira, função que exerce até hoje. Além disso, é porta-voz da Agenda 2030 da ONU e do Projeto Baleia Jubarte em sua cidade natal.Foto: DivulgaçãoBélgica: Chayenne Van Aarle — A modelo de 23 anos é cantora, atriz e apresentadora, além de ser formada em Relações Públicas e já ter trabalhado como organizadora de casamentos. A jovem belga já foi comissária de bordo e por isso conheceu grande parte do mundo. Chayenne busca conscientizar os jovens sobre a vergonha contra o próprio corpo com sua música #Selfmade. Na infância, ela e a família adotaram vários animais maltratados e abandonados. Vem de uma família multicultural: sua mãe é francesa, seus irmãos mais velhos, holandeses, e seus dois irmãos mais novos, congoleses.Foto: DivulgaçãoBelize: Ashley Lightburn — Com 26 anos, Ashley Lightburn é professora de matemática na Universidade de Belize, além de trabalhar em tempo integral em um banco. A Miss Belize é defensora da alfabetização matemática entre mulheres e crianças e voluntária em escolas secundárias e programas extracurriculares. Ashley também incentiva jovens a mudarem de status social e serem a mudança que desejam ver no mundo.Foto: DivulgaçãoBahrein: Evlin Khalifa — A Miss, de 24 anos, é pianista e lutadora de taekwondo. Seu sonho é que as mulheres árabes tenham mais representação na mídia, incluindo em filmes da Disney, em shows de Hollywood e no palco do Miss Universe. Evlin trabalha em colaboração com a organização Smile Train para ajudar crianças com fenda palatina no Golfo Pérsico. Ela também quer usar sua voz para quebrar os estereótipos sobre as mulheres árabes e debater seus direitos.Foto: DivulgaçãoAruba: Kiara Arends — Com 24 anos, Kiara Arends é bacharel em Direito e possui especialização em Direito Empresarial e Tributário. Aos 22, ela se mudou para a Bélgica para fazer mestrado em Comércio Internacional e Direito Tributário. A jovem foi criada em uma família predominantemente feminina e, portanto, é uma defensora ativa da justiça social, especialmente entre mães e mulheres jovens. Durante a pandemia, fundou a organização “BUMP”, que ajuda a equipar jovens mães com recursos sustentáveis. A arubanense também é nadadora profissional, ficando por diversas vezes no top 3 de competidores a nível nacional e internacional, além de ser fluente em quatro idiomas.Foto: Divulgação Leia mais…