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Claudia Ohana: “A beleza madura tem de ser mais imposta, vista e respeitada”

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Foto: Juliana Coutinho / Styling: Samantha Szczerb / Beleza: Titto Vidal
A revista Harper’s Bazaar Brasil tem uma seção muito interessante que se chama “Incrível em Qualquer Idade”. Nela, mulheres de diferentes idades são destaque e veem suas histórias contadas. A nossa entrevistada representa muito bem essa referência: Claudia Ohana, atriz, dançarina, cantora, mãe, avó, 60 anos.
Hoje ela está na novela das 19h da TV Globo, “Vai na Fé”, em que interpreta Dora, uma mulher que trabalha com cura holística e é mãe de Lumiar (Carolina Dieckmann). A trama vem fazendo sucesso e enaltecendo a atuação dos atores, o que inclui Claudia.
Dona de um sem-número de papéis no teatro e no audiovisual, Claudia é bem direta quando o assunto é etarismo. Para ela, perde-se trabalho em qualquer idade [ela cita mais abaixo o caso de “Erêndira”], por ser bonita, por ser feia. “Claro que existem personagens para a minha idade, existem mães, avós, bisavós e tataravós em uma dramaturgia. Mas tenho consciência que na minha idade um protagonismo é mais difícil, aí é muito difícil.”
Bem-humorada, sorridente e falante, Claudia conversou com a Harper’s Bazaar via Zoom, de sua cama, onde convalescia de um resfriado. Mas isso não quer dizer que ela se entregou aos sintomas, muito pelo contrário. Atualmente, além das gravações de “Vai na Fé”, ela ensaia o musical “Dom Quixote de Lugar Nenhum”, com direção de Jorge Farjalla, que estreia em junho no Rio de Janeiro. A dupla jornada a deixa cansada, mas nunca desanimada. É do tipo que se joga nos ensaios e aprende com as interpretações em grupo, novidade para ela no musical.
Foto: Juliana Coutinho / Styling: Samantha Szczerb / Beleza: Titto Vidal
Leia a seguir a entrevista com a atriz:
Como nasce a atriz Claudia Ohana?
Ela nasce exatamente depois da morte da minha mãe. E eu peguei sua pergunta também pelo nome, porque minha infância inteira eu fui Maria Claudia Carneiro Silva, e depois que minha mãe morreu eu fui morar sozinha, e trabalhar para me sustentar, essas coisas, fui pelo cinema porque era uma porta, e porque minha mãe foi montadora de cinema… Aliás, minha mãe maravilhosa… Eu não sei qual o momento que eu pensei vou ser Claudia Ohana, não existe isso. Eu naturalmente fui para Ohana porque esse era o nome da minha mãe, era a pessoa com quem eu mais me identificava, meu pai sempre foi uma pessoa muito ausente na minha vida. Eu achava o nome lindo e me identificava com a família Ohana. Usava o nome da minha mãe porque ela era muito conhecida e abria portas. Eu ligava para todas a produções de cinema e pedia para fazer um teste, e a Claudia Ohana nasce aí, nessa batalha por um trabalho, uma carreira. A Maria Claudia também fez coisa, porque quando eu tinha 12 anos eu fiz teatro, fiz Tablado, fiz curtas, algumas aberturas para a Alemanha, porque minha mãe trabalhava com o sócio do Hans Donner [designer conhecido por criar o logotipo da Rede Globo]. Eu sempre tive esse lado lúdico de me vestir de princesa, adorava uma câmera, adorava uma foto.
O que você estudou?
Eu fiz Tablado e muitos outros cursos, workshops e aprendi línguas.
E que línguas você fala?
Francês, italiano, espanhol, inglês e português. E brinco no alemão, adoro (risos).
Foto: Juliana Coutinho / Styling: Samantha Szczerb / Beleza: Titto Vidal
Recentemente você postou um vídeo em que diz ser cheirosa, doida e gostosa. Você é sempre tão bem-humorada assim?
Eu sou. Acordo bem-humorada, e não me levo muito a sério, fico me autossacaneando, acho isso divertido. O que eu gostei nesse vídeo que eu dublei, foi justamente o fato de falar que é cheirosa, gostosa e doida (risos).
O que tira seu humor?
Olha, poucas coisas tiram o meu humor, quando eu estou com fome, eu fico mal-humorada, lembro-me do Ruy [Guerra], meu ex-marido e pai da minha filha, sempre brincando, ele dizia quando a Claudia estiver de mau-humor, dá um pãozinho para ela que tudo se resolve. Sou famosa por isso, está com fome, está de mau-humor. A gente vai ficando mais velha e mais impaciente, já viveu muita coisa… Eu acho que me irrita muito quando uma pessoa é agressiva comigo à toa, sabe? Isso me tira um pouco do sério, mas procuro respirar. Ter paciência é sensacional, ter paciência com a pessoa que é grossa com você, no trânsito, com horário, sobretudo porque sou muito CDF com horário. Mas, enfim, poucas vezes me tiram do sério e eu brigo.
O que você acha do etarismo, já perdeu algum trabalho por conta da idade?
Eu vou te falar uma coisa, a gente sempre perde trabalho por conta da idade, porque é bonita, porque é feia, aí me lembrei da história de “Erêndira” (1983), que é um filme que eu fiz com o Ruy. Dois anos antes de fazer “Erêndira”, uma diretora venezuelana estava procurando uma atriz para fazer “Erêndira” pelo mundo todo e ela me achou velha para fazer o papel, eu tinha 17 anos, e a personagem tinha 14, então eu era muito velha para fazer uma personagem de 14 anos, e perdi o trabalho. Mas o que você quer saber é se com a minha idade há personagens. Claro que existem personagens para a minha idade, existem mães, avós, bisavós e tataravós em uma dramaturgia. Mas tenho consciência que na minha idade um protagonismo é mais difícil, aí é muito difícil. Porque as histórias não giram em torno de uma pessoa de mais idade, giram em torno de um casal jovem, geralmente. Então eu sei que é muito mais difícil, no cinema e na televisão. Agora, no teatro, você não tem idade.
E o streaming?
Acho que faz parte da dramaturgia e do audiovisual, acho que também é mais difícil. Não estou preocupada se agora estou perdendo trabalho porque tenho 60 anos, não, você perde um protagonismo, não personagens.
Foto: Juliana Coutinho / Styling: Samantha Szczerb / Beleza: Titto Vidal
E o que você acha dos comentários quando você posta fotos de biquíni?
Eu não acho nada. Eu curto muito o Instagram, na verdade. Eu fico pensando por que me perguntam sempre isso? A gente gosta muito de ser elogiada e tal, mas hoje em dia… Eu lembro sempre de mim com uns 20 anos, eu era mais rebelde, e as pessoas falavam “olha para mim, para tirar uma foto”, e eu não olhava, não gostava de posar, não gostava de filme americano, só via filme europeu, era muito mais radical, eu duvido que eu, com 20 anos, postasse uma foto minha de biquíni, ia achar “uó”, ia achar o fim da picada as pessoas mostrando a bunda no Instagram. E hoje em dia, eu postar uma foto de biquíni é revolucionário, é uma forma de dizer gente, 60 anos não é uma vovozinha, uma velhinha, é uma mulher gostosa que está na pista. É uma postura postar uma foto de biquíni, e adoro elogios, sem dúvida nenhuma. As pessoas dizem que corpão, eu nunca tive corpão, eu nunca fui essa mulher gostosa, não sou “peituda”, “bunduda”, “coxuda”, eu sou magrela, mas as pessoas têm essa ideia minha de corpão, eu acho engraçado.
E o que mudou para você ao chegar aos 60 anos?
Não é que chega aos 60 anos e muda, você tinha 59 e pá, mudou (risos). A mudança vem gradativamente, vai sendo devagar, muitas coisas vão mudando, a cabeça, o corpo, as reflexões, a sua busca do que é importante para você. Vai focando mais, onde está a sua felicidade e tal. Eu sou muito assim, quero saber onde está a minha felicidade, isso para mim é importantíssimo, mais do que tudo. Então eu acho que vão mudando milhares de coisas, a gente vai tomando mais tempo, porque tem que pôr creme no rosto no corpo, no cabelo, não sou a histérica do cuidado, mas muda a paciência, a segurança. Eu era uma pessoa muito mais insegura quando jovem, hoje sou mais segura, estou mais em busca da verdade, o que é preto, o que é branco, estou atrás da “verdade”, a sua verdade, a sua mentira. É você com você mesmo buscando o que você quer, não é a juventude eterna. A minha carreira foi muito importante, foi a minha base, foi o que me estruturou na vida, porque como eu me vi sozinha muito cedo, a minha carreira me botou no eixo. Ela me fez não entrar nas drogas, não pirar, ela me deu realmente um caminho, e eu amo a minha carreira e minha profissão. Agora eu estou fazendo um espetáculo teatral [“Don Quixote”] que é uma coisa de grupo, é a primeira vez que estou fazendo isso, é incrível. Eu falo para o Farjalla (Jorge, diretor], eu nunca fui coro, sempre fui solista, e ele disse que legal, né, Claudia? E eu disse sim, estou aprendendo com uma galera nova e isso me dá felicidade. Eu nunca fui uma pessoa que foi em busca de sucesso, adoro fazer sucesso, estou fazendo uma novela de sucesso agora [“Vai na Fé”, Rede Globo], mas isso nunca foi uma busca. Como é bom fazer sucesso, como é gostoso, mas não era o propósito. Não é isso o que eu coloco em primeiro plano.
Foto: Juliana Coutinho / Styling: Samantha Szczerb / Beleza: Titto Vidal
E como você cuida do corpo?
Olha, eu venho de uma geração que é a geração saúde, né? É uma vida toda, é um processo. O corpo para mim é fundamental, eu tive o corpo de quem fez balé, porque dança para mim é algo que me dá muito prazer, eu amo dançar, eu queria muito fazer musicais, coisa que não tinha na década de 1980, eu cantava desde pequena e fazia muita dança, eram cinco horas por dia. Aí veio Madonna, com seu corpo sarado, malhado, e não era a minha. Depois entrei mais na estética, de ter uma barriga definida, um corpo mais sarado. Hoje em dia eu quero ter um corpo bom, mas ágil, flexível, que abaixa e levanta numa boa. Quero chegar aos 80 podendo e amarrar o meu sapato, por exemplo. Então eu busco um corpo flexível, e não só a rigidez.  Por exemplo, eu faço ioga, que eu encontrei com a minha personagem Dora, de “Vai na Fé”. Todo mundo acha que eu sou natureba, vegana e faço ioga. Mas não, eu não sou. Agora sou uma pessoa da ioga, que me deu flexibilidade, força, e ao mesmo tempo me dá meditação, me deu equilíbrio. E é incrível, por que o que é o mais importante de tudo? Ser feliz. Eu acordo cedo para caramba, vou à praia, faço aula de frescobol, e às vezes vou à academia dar uma saradinha, eu acho que tem de fazer musculação. Tem o corpo, a pele, o mental e o espiritual. Tudo isso faz parte de você chegar a um ponto que é ser feliz. Acho que tudo está ligado, independentemente da religião. Eu gosto muito de rituais, eu gosto muito de Jesus, de Buda, de acender velas, incenso, então esse lado da magia, eu jogo um tarô também, mas gosto muito da magia e do lúdico.
E como surgiu a oportunidade de você fazer a Dora, de “Vai na Fé”?
A Dora foi o Paulinho Silvestrini [diretor] que me chamou, a gente já fez vários trabalhos juntos, foi logo depois da pandemia, e é tão gostoso voltar à rotina de gravação… Ele disse que a personagem era uma caixinha de música, era lúdico, e eu adoro o lúdico, e sem ver o personagem eu topei na hora. Ele explicou que ela trabalhava com cura holística, vivia no mato, eu pensei, engraçado, é tudo o que todo mundo acha que eu sou (risos).  E foi assim que surgiu o convite.
Como você construiu a Dora?
Eu não queria fazer uma personagem riponga, que fala manso, que é cheia de frases feitas. Eu tento fazer sempre bem simples, e sem essa coisa lenta. Mesmo com todo o cenário, eu procurei fazer uma coisa mais ágil, e me lembrei da Meryl Streep no “Mamma Mia” (2008), eu fui lá tentar me inspirar nela que faz a personagem com muita energia, eu faço muito laboratório de referências de personagens, também conto com a ajuda do Zé Carlos [Machado], que interpreta Fábio, proprietário de um centro de terapia holística localizado na zona rural. O Zé Carlos Machado eu admiro muitíssimo, a gente deu liga no primeiro dia.
Foto: Juliana Coutinho / Styling: Samantha Szczerb / Beleza: Titto Vidal
Como você tem sentido a receptividade do público?
Muito bem. Havia muito tempo que eu não tinha esse feedback do público, mesmo em outras novelas que eu fiz. Realmente a novela está indo muto bem, então as pessoas falam comigo na rua, dizendo que minha personagem é linda, e tal, as pessoas têm uma afinidade, um carinho pela Dora.
Me fale do musical “Dom Quixote de Lugar Nenhum”, estreia em junho, é isso?
Isso, em junho, no Rio. É um texto escrito pelo Ruy Guerra, as músicas são do Zeca Baleiro e direção do Jorge Farjalla. As músicas são incríveis. O Ruy é um poeta, está tudo incrível. A galera é muito talentosa, todos nós tocamos vários instrumentos. Então eu estou tocando, cantando, dançando, e faço um personagem que é o Diabo, só que é o diabo do lugar nenhum, então é um diabo nordestino, meio capenga. Está sendo uma oportunidade maravilhosa, é a primeira vez que eu faço parte de um todo… A gente não sai nunca do palco, estamos em cena o tempo todo. É incrível.
E como você está lindando com as duas coisas [novela e ensaios do musical] ao mesmo tempo?
Cansada, agora resfriada. Outro dia o Farjalla fez um ensaio com todo mundo se jogando no chão, e fazendo movimentos, eu falei: “Não vou fazer a velha aqui, não vou”, (risos). Eu não me dou conta de que sou mais velha porque não me sinto, e não me tratam assim. Mas eu estava quebrada no dia seguinte (risos).
Quais são os próximos projetos, além do musical?
Eu tenho um filme com a Giovanna Antonelli que vai ser lançado, “Apaixonada – o Filme”, que é uma produção dela, inclusive, que é uma mulher que não para. E outros filmes que também não foram lançados ainda.
Como você é nas redes sociais, gosta mais de postar, de ficar olhando…
Sou mais de postar, não sou muito voyer, não. Acho que a rede social virou aquela coisa do interior em que as pessoas ficavam na janela vendo a vida passar (risos). Então tem gente que está ali na janela do Instagram, e não vivendo, né? Eu não fico na janela, às vezes vejo coisas de uma migo e tal, dou like, mas não fico na janela. Eu gosto muito da estética, eu adoro foto, adoro fazer foto, adoro posar para foto, eu gosto… Sou um pouco narcisista (risos). Tem gente até que mostra suas mazelas, mas eu gosto de mostrar a felicidade. Eu gosto de Instagram, parece uma revista. Mas as outras não, não gosto do Facebook, acho chatíssimo, eu não sou muito do Twitter também. YouTube também não sou muito, o meu neto que me mostra mais as coisas.
Como foi para você virar avó?
Ah, já faz muito tempo que sou avó, é maravilhoso. É incrível, eu curto muito. Agora estou com o mais velho, o Martim, que já é um adolescente enorme e lindo que não dá a mínima para mim, e tem o mais novo, o Arthur, que tem dez anos, nós curtimos para caramba juntos, viajamos, brincamos, tipo parceria mesmo. A minha família é muito de mulheres, e a minha filha [Dandara Guerra] teve dois meninos, então é mágico, é outra energia. O Arthur outro dia viu “A Ópera do Malandro”, aí ele diz que eu sou a melhor coisa do filme.
Claudia, você acha que atualmente a presença negra no audiovisual melhorou?
Sem dúvida. “Vai na Fé” pode mostrar isso. Quando a gente se reúne, eu penso que maravilha fazer parte desse grupo histórico, reverenciar a beleza negra, reverenciar a arte negra, acho que a beleza negra está fazendo parte de nossa vida, e acho isso incrível, assim como falar do etarismo. Eu acho que a beleza negra veio e está com força demais.
De que maneira você acha que isso pode melhorar, é uma cadeia de setores?
Eu acho que aí a gente está contando realmente a história do Brasil. O Brasil não é feito de brancos, eles também têm sua voz e fazem parte da nossa vida, tomando lugares importantes na nossa vida. É como se viesse uma onda nova, de frescor, de novidade.
E a beleza madura?
As pessoas têm preconceito contra a pessoa mais velha, pois estamos em um País que cultua a juventude, todo mundo correndo atrás dessa juventude que é o impossível, e a estética do mais velho… Quando veio a pandemia, que as pessoas pararam de pintar o cabelo, as mulheres de cabelo branco… As pessoas não têm esse hábito da mulher de cabelo branco, como a pessoa mais cheinha, com mancha, a gente não tinha o hábito de exibir, escondíamos debaixo do tapete. E a beleza madura também está escondida. Ainda não é uma coisa que é super vista na publicidade, vista como um mercado. Quando, na verdade, a pessoa mais velha é a que mais compra. A beleza madura tem de ser mais imposta, vista e respeitada.
Foto: Juliana Coutinho / Styling: Samantha Szczerb / Beleza: Titto Vidal
Você gosta de moda?
Adoro. Eu tenho uma styling que trabalha comigo e é minha amiga, ela me ensina muito sobre moda, de estilo. Eu sou uma pessoa que gosta de roupa, sempre gostei. Quando eu era mais nova, eu fazia móbiles, coisas e vendia, tudo para comprar roupa, realmente é uma fissura que eu tenho. Então não é uma questão de moda, mas de roupa. Gosto muito da Mixed, da Animale, e das internacionais me identifico com a Dolce & Gabbana, acho meio Frida Kahlo, eu me identifico com cores, embora eu seja mais básica hoje, gosto de cores, de vestidos, de estampas.
Claudia Ohana fotografou no Clifsside, no Rio de Janeiro.
 
 
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