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Chvrches estuda lançar edição especial de primeiro álbum com “tesouros escondidos”

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Banda lançou recentemente o single “Over”, possivelmente o prenúncio do quinto álbum de estúdio (Foto: Jess Gleeson)
O Chvrches se despede dos palcos brasileiros, nesta terça-feira (28.03), encerrando a turnê como opening act para o Coldplay, na capital fluminense. O grupo de pop escocês está aqui há quase duas semanas, realizou apresentações em São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro, totalizando 11 shows – de além de outras duas voltadas exclusivamente ao público, uma em Sampa (na Audio), a outra no Rio (Sacadura 154)
Além dos concertos e da emoção em tocar para um público gigantesco, como é o da banda de Chris Martin, conversamos sobre a expectativa de celebrar os 10 anos do álbum The Bones of What You Believe, em setembro, com um algo especial. “Acabamos de fazer uma busca por todos os HDs para ver se existe algum segredo, algum tesouro”, conta a vocalista. “Estamos entendendo como isso poderá ser compartilhado. Porque é engraçado até para a gente ouvir de onde as ideias vieram”. Espera-se que novas faixas ou demos ganhem a luz do dia em serviços de streaming e – se os fãs tiverem sorte – uma edição em vinil.
Foi na passagem pela capital paulista que conversamos com o trio (composto por Lauren Mayberry nos vocais, Iain Cook no baixo e teclado e Martin Doherty nos sintetizadores). Foi o primeiro show deles no Brasil em mais de uma década de estrada. “Agradecemos, porque demorou muito até chegarmos aqui. Estamos muito honrados por terem sido tão pacientes, estarem ao nosso lado, ouvindo nossa música”, conta a vocalista. Leia a íntegra do papo com o trio, cujo último álbum Screen Violence foi lançado em 2021. Boa leitura!
Da última vez que conversamos, no lançamento do Screen Violence, estavam tentando tocar aqui. Finalmente, conseguiram. Já que se passou esse tempo todo, conseguiram fazer uma listinha de coisas para se fazer?
Lauren Mayberry: Oh, estávamos tentando vir para cá por bastante tempo. Então, é ótimo podermos trazer nosso show. Mas estivemos trabalhando bastante, então não tivemos muito tempo para visitar nada. Temos os shows com o Coldplay, nosso próprio show (na Audio)… Adoraria fazer algo mais turístico antes de partir.

Vocês já abriram para outros artistas, mas sei que o público brasileiro é bastante apaixonado pelo Coldplay. Como foi a experiência de abrir para eles em um estádio gigante, como é o Morumbi? Foi o maior público de vocês, imagino…
Iain Cook: Confesso que ficamos um pouco nervosos antes da primeira apresentação. Mas acredito que o que mais me surpreendeu foi a reação calorosa e acolhedora. O nervosismo foi logo embora, porque soou natural. As pessoas ali queriam viver ótimos momentos, curtir a música… Algo verdadeiramente positivo, de aceitação e de calma (risos).
Lauren: Sim, com certeza foi (nosso maior público). É maluco pensar que, depois de tocarmos, assistimos ao Coldplay, e o volume das pessoas, cantando as músicas, era insano. É algo que brilha os olhos!
O Chris Martin é praticamente um brasileiro. Trouxe a Sandy, tocou com a fanfarra da USP, foi malhar em uma academia aberta… E a banda é conhecida por abençoar outros artistas, como Dua Lipa e Iza, que foram os shows de abertura da outra vez que tocaram por aqui. Ser amplamente famoso é um life goal de vocês?
Lauren: É ótimo poder ver o que o Coldplay faz tão de pertinho, como plataforma. Sem contar a música, que é incrível, e é por ela que as pessoas se conectam e criaram uma comunidade em torno dela. Isso é algo de se admirar. Mas você não pode prever coisas desse tipo. Se talvez você ficar tentando essas coisas (como ser muito famoso), você vai fazer uma porcaria de música.
Vocês têm quase 10 anos de estrada. Como é manter a essência do grupo e da música?
Martin Doherty: Nós três somos muito envolvidos, fundamentalmente, nas coisas que fazemos. Sempre mantivemos nosso DNA, nossa personalidade, por vezes corremos alguns riscos, algumas outras preferimos jogar em um lugar confortável. Mas o núcleo disso tudo são sempre essas três pessoas. Isso cria uma continuidade, porque há certa autenticidade nas coisas que fazemos e entregamos.
Vocês estão trabalhando em uma era, porque Over pode ser lido como um single de um novo projeto, seja álbum ou EP. Este é o início de algo novo, por assim dizer?
Lauren: Será que é? Você já ouviu algo sobre álbum ou ouviu? (risos).
Iain Cook: Nós não estamos trabalhando em um álbum ainda, estamos trabalhando – na verdade – para não sermos consumidos por nenhuma pressão externa, seja pelo tempo ou qualquer outra. A próxima coisa que formos fazer, seja ela o que for, será quando estivermos os três confortáveis em trabalhar juntos, cheios de ideias… porque isso faz parte da nossa carreira, sabe? Será o quinto álbum, então precisa ser um bom (risos). Nunca seremos aquele tipo de banda que lança algo para preencher espaços ou porque se é esperado. Não é nada interessante para nenhum de nós nesse ponto da carreira. Quando sair, será especial para nós e para todo mundo envolvido.
Vocês têm ritual no hotel para se sentir em casa, visto que vocês estiveram em turnê durante bastante tempo nesse último ano.
Lauren: Acredito que todos tenhamos para nos sentirmos confortáveis. Sei que eles (apontando para os companheiros de banda) junto com nosso baterista, Johnny, ficam tocando algo muito específico no Nintendo Switch.
Iain Cook: Videogames são muito relaxantes. O jogo (que Lauren falou) chama-se Theatrhythm Final Bar Line e é basicamente com toda a trilha sonora de Final Fantasy, em que você pode tocar algum instrumento musical. É ridiculamente maluco o nível de prática e dificuldade que cada sessão exige.
Martin Doherty: Eu não jogo nada, só Tetris (risos). Muito intenso.
Depois desses anos todos na estrada, o primeiro álbum de vocês completa 10 anos em setembro. Estão preparando alguma surpresa para os fãs? Alguma edição especial do álbum?
Lauren: Acabamos de fazer uma busca por todos os HDs para ver se existe algum segredo, algum tesouro. Estamos entendendo como isso poderá ser compartilhado com as pessoas. Porque é engraçado até para gente ouvir de onde as ideias vieram, e queremos muito compartilhar isso com as pessoas.
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