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A história por trás do vestido de Natalie Portman que parou o Festival de Cannes

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Natalie Portman no Festival de Cannes, em maio de 2023 (Foto: Getty Images)
A 67ª edição do Festival de Cannes continua a surpreender com celebridades no tapete vermelho, mas é Natalie Portman quem roubou toda a atenção da cidade francesa (e das redes sociais) ao surgir neste sábado (20.05) com um vestido Dior inspirado em uma das criações mais famosas na história da maison!
Parte da coleção “Milieu du Siècle”, da temporada de alta-costura de outono-inverno 1949, o vestido Junon faz parte do legado vivo da casa Dior. Assim como muitos outros modelos da linha, foi batizado em homenagem à uma deusa romana, Juno, esposa de Júpiter, rainha do Olimpo, divindade do casamento e da fertilidade e quem, aliás, dá nome ao mês de junho.
Modelo com o vestido Junon, de Christian Dior, em 1949 (Foto: Getty Images)
Mais do que a saia volumosa, os elementos memoráveis de Junon são as pétalas de tule bordadas, que retornaram com muito estilo na recriação feita para a atriz. No vestido original, esses detalhes foram criados à mão pela já extinta maison Rébé, do casal Réné e Andrée Bégué, amigos de Christian Dior que, durante os 10 anos de parceria com o estilista, bordaram mais de 225 de seus vestidos.

O vestido ficou conhecido por ter sido usado por algumas das mulheres mais “à la mode” da época, incluindo a modelo Alla Ilchun, favorita de monsieur Dior. Entre as clientes que compraram Junon, a mais famosa foi a socialite Claire Poe Newman, tão apaixonada pelo design que não tinha medo de repetir: usou na festa de noivado da princesa Grace Kelly, no hotel Waldorf-Astoria, em 1956, e em uma viagem a St. Moritz. Outra personalidade incluiu a modelo Ann Theophane “Theo” Graham, que posou para Richard Avedon em agosto de 1949 usando Junon o look naquela que se tornou a foto mais famosa da peça.

Assim como muitas criações de Dior, o vestido tinha um “irmão” chamado Vénus. Na mesma foto clicada por Avedon, é possível ver o segundo vestido, branco, em uma modelo de costas – muito provavelmente a lendária Dorian Leigh.

Para além, essa não é a primeira vez que a Dior revista o modelo. Mais recentemente, na coleção de outono-inverno 2023 apresentada em dezembro, no Egito, o diretor criativo Kim Jones também revisitou as icônicas pétalas bordadas, provando que seu charme é atemporal!
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